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20/05/2022 10:30:15


PERÍCIA COMPROVA: MEDIDORES DE ENERGIA NÃO SÃO IRREGULARES

 
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Nelson Brelaz

Imagem: divulgação/arquivo

A empresa concessionária de energia elétrica, Amazonas Energia vai poder a partir de hoje retomar de forma legal a instalação dos novos medidores residenciais, que foram objeto de ação judicial por parte dos consumidores de Manaus que alegavam prejuízo por conta da nova tecnologia adotada pela empresa.

A Amazonas Energia, desde janeiro estava proibida de dar prosseguimento ao trabalho de combate ao crime de furto de energia, por conta da ação que tramitava na Justiça.

Finalmente no último dia 9 de maio o Juiz da 3ª Vara Cível de Acidentes de Trabalho no Amazonas, Manuel Amaro de Lima, amparado em documento expedido pelo IPEM, decidiu acabar com a pendenga.

Na sua decisão o Magistrado afirma que "conforme documentos de f.3067/3224, o IPEM realizou perícia em medidores diversos, deste novo modelo que vinha sendo instalado pela ré, concluindo não haver irregularidades, como atesto de validade do sistema”. 

Assim sendo, o Magistrado conclui afirmando que  “Portanto, entendo que houve alteração da situação fática trazida na inicial, pois os laudos apresentados pelo IPEM atestam que não há irregularidades nos novos medidores que vinham sendo instalados pela ré, não se justificando a manutenção da tutela de urgência deferida, razão pela qual a REVOGO integralmente, pois já não subsiste mais a probabilidade do direito”, termina Manuel Amaro de Lima. 

Presidente da CPI não gostou da decisão

O deputado Sinésio Campos, presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito da Amazonas Energia, não gostou da decisão do Juiz Manuel Amaro de Lima, e disse em sessão de ontem, 19 de maio da Assembleia Legislativa do Amazonas que recebeu com estranheza a decisão do Magistrado. 

Sinésio Campos queria mesmo era a condenação da empresa, com altas multas, o que não aconteceu. 

Diante disso o deputado afirma:  “Eu estranhei a posição do juiz, para mim foi uma decisão precipitada, porque o Ipem fez uma análise técnica que chegou a esses medidores irregulares e medidores esses que só existem na região mais paupérrima da África e em uma cidade do Rio de Janeiro. 

Essa empresa acha que os mais de 2 milhões que moram no Amazonas são ‘gateiros’”, afirma o deputado.

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