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14/05/2020 11:23:45


CORONAVÍRUS: UMA GUERRA COM OS PÉS NO CHÃO

 
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Por: *Juscelino Taketomi – jornalista e escritor

Com a pandemia do novo coronavírus (covid-19), igrejas, templos e centros espíritas interromperam as atividades que ensejavam aglomerações, suspendendo missas, cultos e reuniões mediúnicas. Algumas dessas entidades, é justo ressaltar, prosseguem suas atividades sociais de caridade, angariando fundos que transformam em cestas básicas de alimentos para serem distribuídas às populações de baixa renda ou sem nenhuma renda.

No que diz respeito aos espíritas, o YouTube anda superlotado de mensagens de Divaldo Franco e de outros expoentes da doutrina de Allan Kardec falando em paz e salientando a lei do carma para conformar milhões de seres humanos que sofrem com a pandemia infernal. Na prática, não sei exatamente o que os centros fazem para direcionar auxílio às populações pobres.

Sei que neste momento, vários mestres invisíveis pedem que os grupos, reunidos de forma virtual, realizem mentalizações necessárias para o fornecimento de energias às ações das egrégoras espirituais que se mobilizam no espaço no combate ao patógeno letal. Particularmente, busco, dentro de meus esforços, contribuir para o movimento, acordando às duas da madrugada e interagindo com a egrégora Nova Luz.

Neste momento em que a pandemia atinge o seu pico, considero relevante os grupos espíritas manterem viva a chama maior do labor espiritual, fazendo as mentalizações e fortalecendo a luta que grandes egrégoras travam para limpar a aura do Planeta Terra e deter o coronavírus.

Não sou espírita dentro da concepção tradicional da doutrina, e tampouco tenho empatia por religiões, mas, com a ideia firme de que Deus é muito mais do que demonstram as vulgaridades bíblicas, entendo que os grupos de sensitivos, na hora presente, possuem uma responsabilidade acima do que imaginam.

O momento não é só de canalizar mensagens e depois gastar todo o tempo do mundo com a exposição das mensagens nas redes sociais para o deleite filosófico de quantos adoram as tertúlias envolvendo as manifestações de determinados planos. O momento, segundo propagam mestres orientais, é de mobilização intensa e incansável. Aqueles que possuem consciência desse mister, sabem que o mais importante da luta não é só destilar mensagens nas redes exaltando indicadores astrais de que a pandemia começará a ser encerrada a partir de meados de maio graças a intervenção de intermediários sagrados.

Como dizem e pedem os espíritos índios, os grupos mediúnicos têm, mais do que nunca, a obrigação de agir intensamente neste momento de socorro aos nossos irmãos humanos, com força, com muita fé, sem aglomerar, agir com reuniões virtuais, todo mundo unido e ativo, interagindo com o Alto e com o terra-terra. É o momento de alertar, dentre outras coisas, para o esclarecimento das pessoas quanto ao imperativo dos recursos fabulosos da biodiversidade planetária na batalha contra a covid-19.

É hora de mostrar que o enfrentamento ao novo coronavírus não se faz apenas lançando mão dos recursos da medicina alopática, mas também valorizando os produtos da floresta como o jambu, poderoso antioxidante e riquíssimo em vitamina C, e o limão, que os habitantes da região Norte do País adoram saborear com um bom peixe.

Rico em ácido cítrico, o limão também contém pectina e bioflavonoides, que fortalecem a imunidade e curam infecções. É rico em vitamina C, cálcio e magnésio, excelente antibiótico e fortíssimo antiviral. Um copo com água morna plena de limão antes de dormir e logo após acordar é a melhor receita para a limpeza estomacal e à proteção do fígado. O seu uso contra o coronavírus, sobretudo quando o patógeno inicia sua investidura no organismo humano atacando a garganta, é crucial e pode salvar vidas, ensinam os espíritos índios curandeiros.

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